segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O que elas não entendem - Futebol




O futebol certamente é uma das coisas mais emblemáticas num relacionamento. Motivo de descontentamento por parte dela e de refúgio por parte dele. Como um esporte pode ser motivo de tanta discórdia? Pode ser que mesmo sendo apenas um esporte, a leitura sobre aquela atividade seja totalmente diferente por parte do homem e da mulher. E é, e esse é o motivo de tanta discussão.



Para a mulher, futebol é coisa de idiota. 22 marmanjos (será que elas sabem que futebol é jogado por 22 jogadores?) correndo atrás de uma bola, feito idiotas. Lógico que elas sabem que estando naquele gramado, esses 22 imbecis ganham um bom dinheiro (isso na maioria das vezes né?). Isso serve para inocentá-los algumas vezes, mas apenas eles, visto que elas não entendem como outros milhares de imbecis podem ficar torcendo por aqueles jogadores, sem ganhar nada. Às vezes dou razão à elas, mas só por alguns momentos. Não é sempre que num estádio, na hora do gol, varios caras que você nem conhece sem camisa vem comemorar com você, gritando "É gol mermão! Uhuuulll!" e te dão aquele abraço desconfortável. Não é sempre que acontece isso. Confesso que financeiramente, o torcedor nunca ganha nada. Mas quem disse que a vida só gira em torno de dinheiro? No geral, mulher odeia futebol e não suporta ter que dividir a TV com um jogo qualquer.



Para os homens, o futebol é uma coisa mágica. Desestressa (tem dia que estressa mais ainda), alivia e ainda se você for sortudo, vai ter um bom motivo pra sacanear seu companheiro de trabalho no dia seguinte. Para nós, não está em jogo o lado financeiro da coisa. Sabemos que muitas vezes os resultados são "estranhos", os juízes parecem que roubam para um dos lados, mas mesmo assim não deixamos de assistir e torcer. Nós homens não nos contentamos em assistir apenas as partidas do nosso time. Qualquer jogo na TV é interessante, e isso elas não entendem mesmo. A relação de um homem com seu time de futebol é de um amor mais que profundo. O time perde, é rebaixado, está quase decretando falência e o infeliz está lá, no sol quente, com aquela camisa velha do seu time, radinho no ouvido e mandando o juiz filho da puta tomar no meio do cú dele. É assim, sempre. Não adianta que ele troca de tudo na vida, menos de time de futebol. Coisa de amor doentio mesmo.


E o tempo passa. As mulheres até ensaiam uma amolecida nessa relação, mas logo depois voltam a endurecer. Futebol pra homem é como novela pra mulher. O bom é que no futebol, a gente não precisa chegar até o fim pra ver o resultado. Se bem que toda mulher que assiste novela, sabe que no fim vai dar tudo certo e o mocinho da história vai se dar bem. No fim, é tudo igual. E por mais que um ganhe e o outro perca, ou que a novela acabe bem ou mal, as pessoas voltarão normalmente as suas vidas. Pelo menos é o que se espera.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Será que ele já usou droga?

O Serginho? Não, juro!
O Michael Phelps há um tempo atrás, pegou uma festinha de faculdade nos Estados Unidos e foi flagrado com a boca no “bong”. O André Agassi, um dos melhores tenistas que o mundo já teve, admitiu essa semana que se dopou num determinado período de sua carreira. A Daiane dos Santos, que já ganhou um monte de medalha por ai, foi pega no antidoping por usar um remedinho que faz emagrecer, ou esconder o uso de outras cositas que ela possa ter usado. E tem mais um monte de gente ai, que se diz esportista, que se enche de droga. Todo mundo querendo melhorar o desempenho.
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O interessante é que no Brasil sempre se plantou na mente do povo que criança praticando esporte, é criança longe do mundo das drogas. Não sei aonde. Não é aqui nem na China, literalmente. Pode ser que a maioria deixe de fumar pedra por aqui, nas esquinas, mas acabam tomando umas paradinhas acolá. O Michael Phelps só queria tirar um barato, dar aquela lesada na mente. A Daiane eu não sei.
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Partindo do princípio de que todo mundo quer dar aquela turbinada no desempenho, tudo acaba caindo nas drogas. Viagra é droga, assim como os remedinhos que a gente encontra nas drogarias. Meu tio jura que não, mas no fundo ele sabe que é. E ele fala pro meu primo não se meter com isso. Estranho né?!
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Mas droga existe em todo lugar. Tem gente que fuma, tem gente que cheira (alô alô Maradona!). Outros injetam e alguns bebem. Tem droga que deixa feliz, outras que deixa “ligadão” e aquelas que servem pra relaxar. Querendo ou não, todos recorrem à elas nos momentos difíceis. Sejam elas ilegais ou não. Não existe diferença. Só pra quem está de fora.
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Ah, mas cada um faz aquilo que bem entender da vida. Ou não?

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Têcêcê



O motivo de uma grande ausência. Não há mais cerveja no domingo à tarde, muito menos bons textos por aqui. Não há noites tão bem dormidas. Não tenho visto/pensado em coisas interessantes nos últimos dias. Penso nela, claro. Acho que é preocupação demais, nervosismo. Mas isso vai passar. Precisa passar. Até breve!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Pare de fazer e reclame.



Seu lema é reclamar. Não acha solução pra nada. Sequer as procura no meio de tantas possibilidades. Acha que o mundo conspira contra si. Talvez seja isso mesmo, mas é bem provável que não seja apenas isso. Não é capaz de ajudar ninguém, nem a si. Não é capaz de ter um objetivo na vida. "Quero ser feliz!" é o que sempre diz. Tão clichê, não é? Como vai ser feliz se não é capaz de traçar um plano pra sua vida. Deplorável vida. Falta-lhe atitude, mudança. É preciso ter mais disposição, vontade de mudar. É necessário jogar o copinho de café no lixo, sem que ele respingue na parede. É preciso parar de ser mandado, criar autonomia. Fazer além do que está no script. Ser mais prestativo. Não querer ser mais o "coitadinho". É preciso ser alguém, acima de tudo.

domingo, 18 de outubro de 2009

Você precisa admirar os argentinos.


Os argentinos são nossos vizinhos há muito tempo. Muita gente aqui no Brasil adora meter o pau neles. Questões da eterna rivalidade. Mas nada disso deve ser levado muito à sério. Lógico que a brincadeira é importante e precisa acontecer, mas os argentinos merecem nosso respeito. Numa comparação rápida, eu acho que eles são superiores à nós, brasileiros. Eu sei que eles veneram um cara que marcou um gol de mão na copa do mundo, e colocam a "culpa" em Deus. Isso é cafajestagem, mas é um ato isolado. Eles possuem pensamentos e atitudes diferentes de nós. Não acredita?

Presta atenção nos argentinos. O país deles pode não ser uma maravilha, até porque já foram considerados um país europeu na América e estão na mesma merda que a gente há muito tempo. Mas as atitudes são diferentes. Assista um jogo de futebol e veja com que raça eles encaram aquilo. Tudo bem que muitas vezes apelam pra violência, mas a vontade de ganhar é muito maior. De uma forma geral, em "problemas" que eles encontram com seus políticos (por que lá também existe político corrupto), enquanto a gente aqui se limita a manifestos na internet e conversas de boteco, eles saem na rua pra protestar, bater panela. Se isso adianta? Não sei, mas pelos menos buscam algo melhor. Não são conformados como aqui. A gente adora reclamar, mas fazer que é bom, nada. Não adianta você torcer o nariz, porque é assim mesmo. Na época do mensalão, o que você fez? E agora com o Sarney, se indignou de que maneira? Aliás, você já pensou na cagada que fez nas últimas eleições?

É bom parar pra pensar, porque não é só de futebol, bunda e cerveja que o mundo é movido.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Eu odeio fim de semana.



Existem vários motivos para odiar os finais de semana. Eu tenho vários. Claro que em alguns aspectos eles são bons (os finais de semana, e não os motivos), mas em poucos. Pouquíssimos, pra falar a verdade. O primeiro deles é que trabalho todo sábado de manhã. Eu não sei o que é ter dois dias de folga desde que comecei a trabalhar, aos 14 anos de idade. Dá uma certa raiva (ainda mais) acordar de sábado às 7 horas da manhã e ver aquele monte de desocupado pra rua, sem fazer nada. Porra, por quê não dorme até mais tarde? O problema de trabalhar de sábado, é que eu preciso descansar um pouquinho durante a tarde pra sair a noite. Caso contrário, o cansaço me vence, fácil. Mas se faço isso, perco o sábado à tarde, e no fim das contas, não aproveito nada como deveria.

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Os outros motivos são relacionados à noite. Você sai de noite, com sua namorada/mulher/amante e não acha um lugar vazio. Depois de uma semana cheia de gente te enchendo o saco, ainda é obrigado a ficar rodando pelo shopping atrás de uma vaga no estacionamento, ou enfrentar fila na porta do bar, do cinema, do teatro ou no guichê pra pagar o estacionamento do tal shopping.
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Além disso, sábado a noite é dia dos pobres (de espírito) desfilarem pela rua. É carro com som alto, moto estourando e um bando de bêbado caído por aí. Deprimente.
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É por essas e outras que eu não gosto de fim de semana. Durante a semana, não tem isso. Acho que vou começar a pegar folga de terça, quarta-feira e não terei mais problemas.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Carta ao velho preconceituoso



Vou começar rápido e nem vou me apresentar. Na verdade, nem preciso. Você me conhece muito bem. Além do mais, “rasguei” meu RG há alguns dias atrás. Não foi isso que você disse quando tatuei o braço todo? Pois bem, agora não preciso mais de documentos pra ser identificado. Sou ponto de referência em qualquer lugar que vou. Não me importo, sinceramente, e até gosto de ser assim. Deve ser ruim ser como você, que se funde no meio da multidão e não tem destaque nenhum. Acho que tu deveria arrumar um jeito de se sobressair no meio dos iguais. Ah, desculpa se não lembrei dos seus poucos cabelos brancos ou da barriga já saliente, mas isso não é sinal de atitude ou de personalidade, e sim de falta de exercício e um relaxamento nada natural.

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Eu gostaria de dizer muitas coisas de você para você, mas não sei se devo. Não gosto de ficar perdendo meu tempo com pessoas medrosas, como você. E não são poucos os medos que você tem, não é mesmo? O primeiro deles é o mais evidente nessa sua carinha de frustrado, que é o de perder seu posto no trabalho para alguém como eu. Seria muito vexatório pra ti perder sua cadeira almofadada e confortável para um “maloqueiro” como eu né!? Além disso, tem medo de que sua filha se apaixone por alguém assim. Sofre com essa possibilidade, não dorme e torce insistentemente para que ela arrume alguém “normal” para lhe dar alguns netos. Pra que torcer tanto pra mediocridade? Já não basta na família uma pessoa sem personalidade como você? Tudo bem que tatuagem não é sinônimo de personalidade, mas não aceitar que os outros sejam diferentes revelam uma postura bem preconceituosa da sua parte. Isso não é legal, principalmente nos tempos modernos em que vivemos.

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Eu queria muito que você enxergasse um pouquinho além do que seus olhos podem ver. Não é muita coisa não. Isso vai ser muito bom pra você. Essa sua inveja poderia virar admiração ou respeito. Que tal? Poderia também dar a cara pra bater mais vezes, ter umas poucas idéias próprias para que sua imagem seja no mínimo respeitada pelas outras pessoas. Poxa vida, nem sua filha concorda com seus métodos. Não está na hora de mudar? Sua mulher insiste em te mostrar, de uma forma sutil, que o mundo não é mais o mesmo de 30 anos atrás, quando vocês se casaram. Ela pensa muito no seu jeito e se pudesse, certamente não o escolheria se o casamento fosse hoje em dia. Vamos mudar? Eu te ajudo, basta você querer.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Por quanto você se vende?



Não há como negar. Somos produtos de uma sociedade que nos influencia, nos sufoca e nos cobra o tempo todo. Somos parte de toda uma engrenagem e tentar viver fora dela parece ser impossível. Num exemplo tolo, somos como produtos em um supermercado qualquer chamado Vida. Muitos de nós somos quase iguais e somos encontrados facilmente numa gôndola à altura dos olhos. Outros, que são um pouco diferente e com pouca visibilidade, acabam encalhados nas partes mais baixas da prateleira. Temos rótulo, mas nem sempre as informações estão disponíveis para todos no verso (que perigo isso!). Estragamos com o tempo caso não nos coloquem no “carrinho” e nos levem para outro lugar.
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Somos assim e sempre seremos. Cada um à sua maneira, mas sempre no famoso supermercado. O que não percebemos, é que estamos sendo analisados continuamente. Cada atitude ou gesto que fazemos, geram reações nas pessoas a nossa volta. Temos a necessidade de nos vender a cada instante, de sermos aprovados ou agradáveis. A roupa que vestimos, o modo como falamos, o que carregamos na mão durante o dia (pode ser um livro ou um relógio no pulso) ou dentro do nosso carro revela aos outros informações preciosas. Uma mesa mal arrumada no trabalho pode lhe render caras feias, desaprovação. Ajudar o outro lhe rende elogios e admiração. E não há quem não queira se “vender” de alguma maneira, pois é praticamente impossível. Temos que ser interessante aos outros de alguma maneira. Cada dia diferente e melhor, mesmo que isso não seja possível e por isso existem as falhas e as decepções.
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E você, como se vende nesse supermercado em que vivemos?

Errar duas vezes é burrice.

Foto: Charles Bukowski, o escrito do amor.


Posso estar enganado, mas aqui no Brasil são poucas as pessoas que tem o hábito de ler. É uma questão mais cultural do que qualquer outra coisa. Não há incentivo para a leitura nem na escola e isso se reflete nas prateleiras das livrarias. Convenhamos que o preço do livro por aqui é bem salgado. E quem lê, muitas vezes não procura pelos títulos mais confiáveis. Bom, isso também é relativo, já que eu posso julgar um livro “x” bom e você achar uma merda. Questão de gosto, puramente.
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Os livros de auto-ajuda são os mais vendidos, sempre. Deve ser pelos problemas que todos nós encontramos diariamente no amor, no trabalho ou em qualquer outro lugar. Mas muita gente critica quem lê ou compra livros desse gênero. Eu particularmente não entendo por quê. Não sou de ler esses livros, mas o único que li foi bem importante para repensar algumas coisas. É evidente que você não precisa encarar aquilo como uma verdade absoluta, mas se aquele livro te fazer pensar em alguma coisa diferente já valeu a pena. Supomos que você termine seu namoro ou casamento de anos. Por mais que você seja uma pessoa reservada, vai querer ajuda de alguém, ou no mínimo comentar com aquele seu melhor amigo sobre o acontecido. É do ser humano e se não procurar ajuda de alguém, acho que isso é um pouco de falta de humildade sua de não reconhecer o mal momento que se vive. Nesse pedido de ajuda, é muito importante que a pessoa que vai te aconselhar seja alguém “respeitável” no assunto. Não vai pedir ajuda sobre amor para aquele seu amigo que não pega ninguém há meses, por quê você já vai saber a resposta dele. “Ah cara, isso passa, fica tranqüilo!” vai ser o que ele dirá. Acho que não vale a pena né, já que isso nem sempre vai acontecer, e também, pra dar um conselho desse, era melhor ter ficado calado. Não peça também uma sugestão sobre trabalho para aquele seu amigo que nunca trabalhou (ou que trabalha mas odeia fazer isso), que ele certamente vai te dizer um monte de merda que só vai agravar a situação.
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Desta forma, por quê tanta implicância com os livros de auto-ajuda? Eles podem não te acrescentar nada, mas também não vão te tirar nada também. Pode ser um meio de pensar sobre o assunto de uma maneira diferente, sobre o olhar de alguém que já viveu isso e se propôs a escrever sobre o tema. Vai, deixa de ser preconceituoso ou pensar que você é uma ilha e vai procurar ajuda nos livros. Ou vai ficar na merda até a vida te dar outra rasteira?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Jesus delivery



Ô Jesus, você está me ouvindo? Tá? É que eu queria cancelar um pedido. Sabe ontem a hora que eu te pedi que arrumasse aquela gata do 412? Então, acho que não quero mais. Eu sei que eu disse que estava apaixonado e louco por ela, mas é que hoje, assim que eu abri a janela, a minha outra vizinha, a do 403, estava tomando sol na piscina e eu acabei me apaixonando por ela também. Agora estou na dúvida. Não sei qual das duas eu quero. As duas não tem como né? Tá, tudo bem. Eu sei que você vai me dizer que é pecado e que além de tudo, a do 403 é casada. Não sei nem se eu deveria comentar isso com você, acho que agora me arrependi. Se bem que você está meio atrasado hein, poderia se modernizar e tals. Esses pensamentos aí não te levam a lugar a nenhum. Mas deixa assim como está. Eu decido depois e te falo certinho o que quero. Pô, eu nunca te peço nada cara, não vai me recusar mais esse pedidinho hein. Ah, e tem mais uma coisa: eu tô meio quebradão de grana, assim dificulta as coisas com as gatas né. Tem como você, nesse meio tempo em que estou na dúvida, me descolar um emprego? Nada de carregar peso ou andar no sol, faça-me o favor hein. Ar condicionado, gente bonita e um salário legal já está bom. Assim que eu decidir qual gata eu quero, te dou um toque.

Abração cara, até mais.
ps: só faltava essa, se é que vocês me entendem.