quarta-feira, 25 de novembro de 2009

E a Dercy voltou!



“Eu vivi 101 anos. Passei por muitas situações felizes, mas também por momentos ruins durante toda a vida. Os felizes estavam sempre estampados em meu rosto, no meu jeito de levar a vida. Os tristes estavam nas palavras, ou melhor, nos palavrões. Eu falava palavrão pra c******. Agora não posso mais. Aqui em cima é complicado, o “patrão” não deixa. Pra falar a verdade, eu não sei nem como eu vim parar aqui. Não sei como me deixaram entrar. As mães sempre dizem para as crianças que se elas falarem palavrão, não vão pro céu. Tudo mentira. De um jeito ou de outro a gente entra. Imagina só o tanto de palavrão que eu falei durante os 101 anos que eu vivi aí na Terra. Acho que não foi pouco né?!

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Eu vi muita coisa aí embaixo. No início, quando eu era mais jovem, vi as guerras mais famosas acontecerem. Nada de ver ataque no Afeganistão ou essas coisas. Isso tudo foi fichinha perto das guerras mundiais. Na verdade eu morria de medo, já que sabia que o Brasil não era lá essas coisas. Graças à Deus, que por incrível que pareça está aqui ao meu lado, nada aconteceu com a minha família.

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Além das guerras, vi tantas outras coisas. Vi, por exemplo, todas essas tecnologias que vocês têm agora surgirem. Vi a televisão no início, quando ninguém acreditava que aquela caixa poderia gerar uma imagem. O pessoal pirava, iam à casa dos vizinhos assistir a tal da televisão, já que nem todo mundo tinha uma dessas em casa. Aliás. Eu adorava, até porque eu sempre gostei de ir na casa dos outros. Era meio “entrona”, sabe?!

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Ah! Como eu adorava futebol também. Era fanática. Fiquei p*** da vida quando o Garrincha começou a namorar a Elza Soares. Eu amava ele. Pena que ele bebia demais, mas isso era o de menos. Eu gostava também de tomar umas e outras. Sinto saudade disso, já que aqui não pode beber também. Voltando ao futebol, eu gostava desse esporte, como já disse. Eu era corintiana fanática. Mas eu morri com um desejo. Desejo não, com muita raiva. Raiva de Porco, de Bambi e até dos Sardinhas. P*** q** p****, o Corinthians nunca ganhou uma Libertadores. Como isso pode acontecer? Eu torcia, rezava e não adiantava nada. Vivi mais de 100 anos e nada do Corinthians ganhar esse campeonato. Eu vi o Timão ganhar um monte de campeonato, mas paulista e essas m***** não tem graça. Quero ver ganhar de argentino, uruguaio, chileno. Não de paulista, baiano, gaúcho. P****, vi até o Titanic afundar, os brasileiros ganharem 5 copas do mundo e mais um monte de coisa e não vi o Corinthians ser campeão da Libertadores?! Ah meu, v** t*** n* c*. Cansei. Perdi a paciência. E olha que aqui em cima é tudo calminho, tranquilo. Mas não dá mais. Ou vocês ganham essa m**** ano que vem, ou vou começar a torcer contra. Aí vocês (jogadores do Corinthians) vão ver o que mãe de juiz sente. Vocês sabem que nas palavras eu sou f*** né?! Então não ganha não pra ver, seus filhos da puta! Opa, escapou um!
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Bom, vou indo, antes que um anjo desses chatos venha me dar uma “orientação” pelo meu comportamento errado. Ah, quer saber? Foda-se!”

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Dicas sinceras para os vestibulandos



Novembro e dezembro é tempo de vestibular. Meninos e meninas precisam escolher o que serão da vida daqui pra frente. Precisam escolher a faculdade e o curso (consequentemente a profissão). É um momento difícil por muitos motivos. Um deles é pelo fato de ter que escolher aos 17 anos de idade o que será por toda a vida. A princípio é isso. Alguns depois conseguem mudar seus caminhos, mas no geral é isso mesmo e não tem volta. O outro problema, é que iludem nossos jovens, principalmente os homens. Tadinhos! Vou listar aqui algumas dicas, coisa de quem viveu isso e sabe o que está falando. Anotem aí criançada:

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- Não ache que freqüentando as aulas você vai aprender tudo. Pelo contrário. Tem professor que não ensina lá tanta coisa, e parece mais que ele tem medo de te falar alguma coisa interessante e você roubar o outro emprego dele.

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- Estude sempre na sua cidade. Se estudar em outra cidade, arrume um jeito de morar lá. Vai aparecer muitas festas pra você freqüentar, e morar em outra cidade sempre te impede de ir em muitas delas. Não dá pra voltar bêbado dirigindo por aí todo dia. Uma hora você vai se fuder.
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- Mesmo tendo muitas festas na semana, não ache que você vai pegar todo mundo. Se na época da escola você era sempre o cara que ficava no balcão do bar trocando idéia com o balconista enquanto os caras “ralavam as minas”, na faculdade não vai mudar muita coisa.
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- Aquela lenda de que as “primas” fazem faculdade e se prostituem pra pagar a mensalidade é conversa fiada. Você nunca vai encontrar nenhuma delas pelos corredores, e mesmo se encontrar, não vai saber quem são.

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Acho que é só. Será que esqueci alguma coisa?

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Risca e faz de novo



Risca e faz de novo
A sua lista de amigos
Pra que nenhum inimigo
Possa te atrapalhar
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Risca e faz de novo
O seu projeto de vida
Pois se tiver recaída
Ainda dá pra voltar
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Risca e faz de novo
O seu domingo parado
E arruma um jeito engraçado
Pra ele enfim terminar
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Agora, se não quiser, não apague
Pra que o tempo não pare
E do passado eu rir
E você chorar...
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ps: não gosto de poemas, mas esse é um dos poucos que escrevi e gostei

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Dia do preconceito



Amanhã é dia de trabalho pra mim. Outras pessoas "comemorarão" o feriado da consciência negra. Sinceramente não reclamo. Feriado pra mim sempre é uma merda, já que pra folgar um dia da semana, me fodo nos outros cinco, adiantando as coisas ou "correndo atrás do prejuízo", como diria o Galvão. E aqui no Brasil tem muito feriado. Que mania desse povo de querer parar de trabalhar por qualquer motivo. Consciência negra? Me desculpem, mas isso não é motivo para se criar um feriado. Pra mim, é mais um motivo para realçar o preconceito. Vai me dizer que você não ouviu nessa semana alguém dizendo que "negro tem direito à 1 dia no ano e os brancos ao resto deles"! Não? Eu ouvi, e muitas vezes.


Não concordo com os feriados religiosos também. Esses são mais comerciais do que qualquer outra coisa. Domingo de páscoa só serve pra comer chocolate e churrasco, já que o pessoal fica 1 dia sem "poder comer" carne vermelha ou frango (sexat-feira santa, tá ligado?) e no domingo faz uma festa de arromba. Alguém lembra do sentido do feriado nessa hora? Lógico que não! Acontece com o Natal, "Dia das crianças" e outros mais.


Eu não concordo. As datas devem ser comemoradas, festejadas, mas isso não precisa afetar todos os demais. Criar feriado para os negros, ou para os brancos, ou para os amarelos é bobagem. Só mostra que o mundo ainda é dividido, e nesse caso, só aproveitam o dia pelo fato de poder ficar coçando o saco em casa. Ou eu tô tão errado assim?

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Tem como mudar o problema?



Ah, como eu odeio o verão! Essa estação do ano que deixa a gente suado, fedendo (nem sempre né, só no final do dia) e com uma sensação de merda. Eu não gosto nem de ver o sol. Quente demais, pelamordedeus! E dizem por aí que o problema é o tal do aquecimento global. Não tem como mudar esse problema não? E se fosse esfriamento global? Maior parte do ano no frio, em casa, comendo pipoca e vendo filme. Que tal? Nem banho eu iria tomar. Sem contar que quando faz frio, as pessoas ficam mais elegantes. Pode mudar? Hein? Muda, vai...

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Pensando em nós

Andei pensando bastante na gente. Andei pensando em nós, no Bernardo e na Clarice. Nos nossos fins de tarde na praia, numa caminhada despretensiosa pela areia fofa e ainda quente, ou na vista da nossa varanda no apartamento do Centro, vendo os carros e as pessoas apressadas passando pela rua. Andei pensando nas nossas férias, ou nos momentos em que ficaremos em casa. Naqueles em que queimaremos com o calor do ambiente ou simplesmente com o que provém de nossos corpos. Pensei nos almoços de domingo em família, ou nos sábados à noite com os amigos. No domingo sem fazer nada e na semana agitada com o trabalho intenso. No dia em que iremos ao supermercado, ou passear com as crianças. Ando pensando tanto na gente. É bom fazer planos...

domingo, 8 de novembro de 2009

Ainda sobre a putinha da Uniban



Na semana passada, só se falou na “putinha” da Uniban. Matérias nos principais telejornais e muita merda foi dita. Confesso que não entendi muito bem essa história (ou seria uma estória?). Dessa forma, acabei por não tomar partido nenhum dos lados.
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De uma maneira geral, duvido de todos os lados. Não sou moralista ao ponto de exigir que essa ou aquela pessoa esteja vestia de uma forma pré-estabelecida, mas também não acho que um mini vestido seja a roupa apropriada para se freqüentar uma sala de aula. Não é por machismo ou preconceito, mas não podemos fazer da universidade um desfile de moda. É preciso bom senso (mesmo que esse termo seja perigosíssimo), e saber que andar de mini saia, chinelo e até regata (nessa caso os homens) não é a maneira mais adequada para freqüentar uma sala de aula, seja de uma escola ou universidade. Isso é roupa de ficar em casa, ir à praia ou ao clube.
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Ainda sobre a moça, não acredito que tanta raiva seja por causa de um vestido curto. Na universidade que eu estudo, acontece o mesmo sempre que o verão chega e nunca vi uma manifestação parecida com aquela. Pelo contrário, já que numa rodinha de amigos em qualquer canto sempre se houve algo do tipo “Porra, adoro verão! Olha essa minas!”, apontando para as garotas de pernas de fora. E isso não acontece apenas em universidades, mas em shoppings ou qualquer outro lugar que seja freqüentado por muitas pessoas. É normal esse tipo de comportamento e chega a ser estranho que justo naquela universidade tenha ocorrido uma “revolta moralista”. Será que essa moça não fez nada para aquelas pessoas? Estranho né?
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Sobre os revoltados, também há dúvidas. Quem freqüenta uma faculdade qualquer, sabe que Centros Acadêmicos são freqüentados por “alunos profissionais”. Essas pessoas nunca se formam ou trancam sua matrícula, não freqüentam as aulas mas estão sempre lá, organizando algum motim, revolta ou festa. Recebem para manter esses Centros, como é sabido de todos, e muitos deles fazem disso profissão. Quem garante que toda essa revolta não foi articulada por alguém de fora, seja de outra universidade ou que encontra-se fora do centro das atenções dessa mesma faculdade? Tudo isso justamente em tempos de vestibular? Um pai que procura uma boa universidade para seu filho, certamente vai se achar no direito de julgar, e dizer que na Uniban só tem putas e intolerantes, e certamente não vai inscrever seu filho naquele vestibular. Uma outra universidade pode estar ganhando esse alunos, não pode?

O fato é que essa história está muito mal contada. Apenas uma versão do que pode ser uma grande farsa. Não sei, mas desconfio. Você nunca parou pra pensar a respeito disso? Acho que chegou a hora então...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O que elas não entendem - Futebol




O futebol certamente é uma das coisas mais emblemáticas num relacionamento. Motivo de descontentamento por parte dela e de refúgio por parte dele. Como um esporte pode ser motivo de tanta discórdia? Pode ser que mesmo sendo apenas um esporte, a leitura sobre aquela atividade seja totalmente diferente por parte do homem e da mulher. E é, e esse é o motivo de tanta discussão.



Para a mulher, futebol é coisa de idiota. 22 marmanjos (será que elas sabem que futebol é jogado por 22 jogadores?) correndo atrás de uma bola, feito idiotas. Lógico que elas sabem que estando naquele gramado, esses 22 imbecis ganham um bom dinheiro (isso na maioria das vezes né?). Isso serve para inocentá-los algumas vezes, mas apenas eles, visto que elas não entendem como outros milhares de imbecis podem ficar torcendo por aqueles jogadores, sem ganhar nada. Às vezes dou razão à elas, mas só por alguns momentos. Não é sempre que num estádio, na hora do gol, varios caras que você nem conhece sem camisa vem comemorar com você, gritando "É gol mermão! Uhuuulll!" e te dão aquele abraço desconfortável. Não é sempre que acontece isso. Confesso que financeiramente, o torcedor nunca ganha nada. Mas quem disse que a vida só gira em torno de dinheiro? No geral, mulher odeia futebol e não suporta ter que dividir a TV com um jogo qualquer.



Para os homens, o futebol é uma coisa mágica. Desestressa (tem dia que estressa mais ainda), alivia e ainda se você for sortudo, vai ter um bom motivo pra sacanear seu companheiro de trabalho no dia seguinte. Para nós, não está em jogo o lado financeiro da coisa. Sabemos que muitas vezes os resultados são "estranhos", os juízes parecem que roubam para um dos lados, mas mesmo assim não deixamos de assistir e torcer. Nós homens não nos contentamos em assistir apenas as partidas do nosso time. Qualquer jogo na TV é interessante, e isso elas não entendem mesmo. A relação de um homem com seu time de futebol é de um amor mais que profundo. O time perde, é rebaixado, está quase decretando falência e o infeliz está lá, no sol quente, com aquela camisa velha do seu time, radinho no ouvido e mandando o juiz filho da puta tomar no meio do cú dele. É assim, sempre. Não adianta que ele troca de tudo na vida, menos de time de futebol. Coisa de amor doentio mesmo.


E o tempo passa. As mulheres até ensaiam uma amolecida nessa relação, mas logo depois voltam a endurecer. Futebol pra homem é como novela pra mulher. O bom é que no futebol, a gente não precisa chegar até o fim pra ver o resultado. Se bem que toda mulher que assiste novela, sabe que no fim vai dar tudo certo e o mocinho da história vai se dar bem. No fim, é tudo igual. E por mais que um ganhe e o outro perca, ou que a novela acabe bem ou mal, as pessoas voltarão normalmente as suas vidas. Pelo menos é o que se espera.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Será que ele já usou droga?

O Serginho? Não, juro!
O Michael Phelps há um tempo atrás, pegou uma festinha de faculdade nos Estados Unidos e foi flagrado com a boca no “bong”. O André Agassi, um dos melhores tenistas que o mundo já teve, admitiu essa semana que se dopou num determinado período de sua carreira. A Daiane dos Santos, que já ganhou um monte de medalha por ai, foi pega no antidoping por usar um remedinho que faz emagrecer, ou esconder o uso de outras cositas que ela possa ter usado. E tem mais um monte de gente ai, que se diz esportista, que se enche de droga. Todo mundo querendo melhorar o desempenho.
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O interessante é que no Brasil sempre se plantou na mente do povo que criança praticando esporte, é criança longe do mundo das drogas. Não sei aonde. Não é aqui nem na China, literalmente. Pode ser que a maioria deixe de fumar pedra por aqui, nas esquinas, mas acabam tomando umas paradinhas acolá. O Michael Phelps só queria tirar um barato, dar aquela lesada na mente. A Daiane eu não sei.
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Partindo do princípio de que todo mundo quer dar aquela turbinada no desempenho, tudo acaba caindo nas drogas. Viagra é droga, assim como os remedinhos que a gente encontra nas drogarias. Meu tio jura que não, mas no fundo ele sabe que é. E ele fala pro meu primo não se meter com isso. Estranho né?!
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Mas droga existe em todo lugar. Tem gente que fuma, tem gente que cheira (alô alô Maradona!). Outros injetam e alguns bebem. Tem droga que deixa feliz, outras que deixa “ligadão” e aquelas que servem pra relaxar. Querendo ou não, todos recorrem à elas nos momentos difíceis. Sejam elas ilegais ou não. Não existe diferença. Só pra quem está de fora.
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Ah, mas cada um faz aquilo que bem entender da vida. Ou não?

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Têcêcê



O motivo de uma grande ausência. Não há mais cerveja no domingo à tarde, muito menos bons textos por aqui. Não há noites tão bem dormidas. Não tenho visto/pensado em coisas interessantes nos últimos dias. Penso nela, claro. Acho que é preocupação demais, nervosismo. Mas isso vai passar. Precisa passar. Até breve!